viernes, 3 de diciembre de 2010

lunes, 29 de noviembre de 2010

DINOSSAUROS- Comentario de Danilo Danilovitsch

Dois achados numa noite limpa
Antes que seus laboriosos neurônios se confundam ou que desejem intimamente assassinar o pobre rabiscador por trás destas palavras, aviso: ontem assisti a dois espetáculos. Oh! Como assim? Não entendo? Estou surpreso! Explique-se, por obséquio. Logo após o término indesejado de Balada de um Palhaço, começou outro espetáculo no mesmo local, porém em diverso horário. O espetáculo foi Dinossauros, um texto do argentino Santiago Serrano, apresentado pelo Grupo Cena, com os atores Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi. Porque dei essa ficha técnica tão súbita? Remeto todos os interessados a um texto meu, já publicado, chamado Sinfonia Nhéc. Neste humílimo rabiscar de palavras, falo do mesmo espetáculo. Danilo, então porque saturar nossos olhos com outro texto que não há de acrescentar nada às nossas vidas? Porque, como fica claro no outro texto, eu não assisti ao espetáculo verdadeiro, portanto, não pude falar dele. Coisa para a qual estou apto agora.
Uma renda de Sevilha, uma pintura chinesa feita com nanquim e bico de pena, uma rosa de estufa, uma tulipa... Muitas são as metáforas possíveis, nenhuma elucidativa. As metáforas usualmente mais encobrem que aclaram. Algo de singela, rara beleza. Um espetáculo de delicadeza sem par.
O cenário é uma parada de ônibus qualquer, a ocasião é uma madrugada indefinida. Neste ambiente tão pouco hospitaleiro dois desconhecidos acabam por se encontrar. Há tamanha afinidade na miudeza cotidiana dos dois que um amor, também tecido com simplicidade, acaba nascendo ali. Eles comem, riem, dançam, brincam de pular carniça, apaixonam-se. E não há no mundo ser humano capaz de não se apaixonar por eles.
A existência pequena, humílima dos dois, é transformada na mais pura poesia. A violência aqui nasce do lirismo, da imponderável pequenez de algumas vidas. Ambos seriam considerados indignos de figurar numa galeria de notáveis. E verdadeiramente o que há de notável neles é a desimportância extrema de suas existências. E é neste ponto exato, neste pequenino trecho de gloriosa vida simples que nós vamos encontrar uma força poética incalculável.
Há um embate fenomenal entre os atores, cada um tentando ser mais sutil, mais delicado, mais preciso e precioso no que faz. E sou obrigado a declarar um divino empate.
Na infausta anterior possibilidade que tive de assistir a esse espetáculo alguns problemas ocasionados pela minha muito mal-afamada incúria deram-me uma impressão distorcida e ignorante. Novamente, remeto, quem quiser conhecer o caminho que vai da extrema ignorância à mais honrosa iluminação espiritual possível, a meu texto anterior sobre o espetáculo. Percebam com a nitidez das fontes de água pura que eu não vi a delicada construção dos personagens, não consegui acompanhar a hilariante história que eles viviam. Desta vez tudo se fez luz. O que estupidamente atribuíra a certo retardo ou quem sabe à infantilização excessiva de Silvina, era tão somente a ingenuidade; que a aproximava das crianças, sim, mas sem nenhum exagero distorcivo.
É de estarrecer que uma peça tão leve, tão delicada tenha conseguido em minutos arrebatar completamente o público. Geralmente, apenas as grandes emoções arrebatam. Não aqui. Aqui as vidas miúdas, as emoções simples, a beleza singela conseguiram colocar o público nas pontas das cadeiras. Dócil, o público ria quando havia do que rir, e parava suspenso quando um drama proporcional às miúdas emoções surgia.
Fantástico o encontro de uma solteirona infantil e ingênua com um funcionário desimportante de um cartório que apanha da mulher. Dois seres gentis e inocentes, fora do nosso tempo. Dois seres que não viveram suas vidas e desvelam numa madrugada a beleza dessas existências discretas. Como uma fotografia antiga, toda a peça era genialmente frágil. A desintegração de todo aquela sutil teia de aranha estava ali à espera de uma mão mais pesada e descuidada para ocorrer. Felizmente não ocorreu.
Toda perfeita foi a noite de ontem. Duas peças lindas, dois pares de atores excelentes. Dois reencontros com peças já vistas. Duplamente abençoado por Deus eu devia estar.

Danilo Danilovitsch
http://totalmenteseculoxviii.blogspot.com/2010/11/dois-achados-numa-noite-limpa.html

DINOSSAUROS no X Festival de Artes do Instituto Federal de Goiás (IFG).


Domingo 28/11/2010
Balada de um Palhaço e Dinossauros dividem o palco hoje no X Festival de Artes

Dois grupos teatrais, um goiano e outro brasiliense, compartilham o tablado de hoje à noite, às 20 horas e 21 horas, respectivamente, no segundo dia do X Festival de Artes do Instituto Federal de Goiás (IFG). As peças Balada de um Palhaço e Dinossauros integram a programação de espetáculos regionais e nacionais, que se apresentam no palco externo, estacionamento do IFG – Campus Goiânia ( Rua 75. Centro).

Os dois espetáculos exploram os relacionamentos humanos. Em Balada de um Palhaço, o grupo goiano Arte e Fatos, da PUC-GO, expõe os conflitos nas relações entre dois palhaços em plena crise existencial. Com muito humor, o espetáculo realiza uma reflexão sobre o mundo artístico. No ano que vem, o premiado espetáculo será exibido em Querétaro, no México, por meio da parceria entre a UAQ ( Universidade Autónoma de Querétaro) e universidades brasileiras.

Às 21 horas, o grupo Cena, do Distrito Federal, sobe ao palco com o espetáculo Dinossauros, peça de Santiago Serrano com cenário simplório: um banco, uma luz e dois atores, porém de uma atmosfera profunda, em que os artistas encarnam dois solitários desconhecidos que, na madrugada de uma grande cidade, se encontram e aos poucos estabelecem uma relação que vai do medo ao companheirismo. Dinossauros foi apresentado no FILO - Festival Internacional de Londrina (PR), no I Festival Brasileiro de Teatro de Itajaí (SC), no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP).

Coordenação de Comunicação Social/ Campus Goiânia.28/11/2010.

miércoles, 24 de noviembre de 2010

ENTRE NOS - Teatro solidario a favor de la ONG Punto Omega- Madrid


Las actrices Luisa Gavasa y María Luisa San José representaron la comedia “ENTRE NOS”, a favor de Punto Omega, en el teatro del Centro Cultural Villa de Móstoles, el jueves 18 de noviembre, con éxito de taquilla y acalorados aplausos de un público entregado que no paró de reír.

A la función asistieron numerosos vecinos de Móstoles, miembros de asociaciones locales, así como amigos, voluntarios y socios de la ONG, quienes estuvieron acompañados por Vanesa Martínez y Jesús Pato, concejales de Servicios Sociales y de Mantenimiento del Ayuntamiento de Móstoles, respectivamente.

La ONG destinará la recaudación obtenida de este evento benéfico a la mejora de su labor social: con chicos que sufren fracaso escolar, desempleados, inmigrantes, personas en riesgo de adiccion a las nuevas tecnologías y drogodependientes. No obstante, entregará el 10 % de la taquilla a la Sociedad General de Autores, como exige la Ley.

Santiago Serrano, autor de la obra, siguió la organización de la función –que corrió a cargo de los voluntarios de la ONG– desde Argentina a través de Facebook y nos deseó suerte. Y, desde mucho más cerca, la escritora Espido Freire y los actores (en orden alfabético de apellidos) Lucía Álvarez, Ester Bellver, María Casal, Sara Casanovas, Fernando Chinarro, Bernabé Fernández, Elisa Garzón, Sergio Pazos, Roberto San Martín, Úrsula Sebastián y Juan Jesús Valverde también nos desearon una gran noche de teatro.

La Asociación Punto Omega agradece a las actrices Luisa Gavasa y María Luisa San José el gesto altruista de ofrecer esta función a favor de la labor de la Entidad.

Igualmente, agradece la colaboración del Ayuntamiento de Móstoles y de la empresa Canon CBC Área Sur Madrid en este evento benéfico.


http://www.puntomega.es/?p=378

lunes, 15 de noviembre de 2010

LAS HIJAS DE EVA en Montevideo


LAS HIJAS DE EVA- TODOS LOS DOMINGOS DE NOVIEMBRE 19.30 hs.
CASTILLO PITTAMIGLIO, RAMBLA GANDHI 633. RESERVAS AL TEL. 27101089

Un espectáculo que mostrará el ayer, el hoy y el mañana de la mujer… de su entorno… de los prejuicios… de todo lo que las rodean. Bajo una óptica de cotejará el humor, la comedia, el enredo y el absurdo.
“Las Hijas de Eva”, narra la historia más allá del paraíso de Eva, la primera mujer. Los mitos y leyendas sobre su historia con Adán. La verdad sobre la costilla que la creó, y el romance furtivo con la serpiente y su dulce manzana.
Más allá de lo que cuenta la historia, comenzaremos a enredarnos en su intimidad, y correremos en el tiempo, para vernos cara a cara con aquellas “Evas” del ayer, del hoy y del mañana.
Estas mujeres que buscan, se equivocan, aciertan, se confunden… pero siempre intentan… estas mujeres, son las Hijas de Eva.

jueves, 11 de noviembre de 2010

"Entre Nos" en Madrid - España -Teatro solidario a favor de la ONG Punto Omega


Las actrices LUISA GAVASA y MARÍA LUISA SAN JOSÉ, colaboradoras de la ONG Punto Omega, representarán, el jueves 18 de noviembre, a las 8 de la tarde en el teatro del Centro Cultural Villa de Móstoles, una obra de teatro a favor de esta entidad no lucrativa. En este evento benéfico colaboran el Ayuntamiento de Móstoles y Canon CBC Madrid Área Sur.

La recaudación será destinada a la labor social que esta organización desarrolla con desempleados, chicos que han sufrido fracaso escolar, emigrantes, drogodependientes y también en la prevención de adicciones a Internet, móvil y videojuegos.

La obra lleva por título "Entre Nos", su autor es el dramaturgo argentino Santiago Serrano y se representará como lectura dramatizada.

Los voluntarios de la ONG han puesto a la venta las entradas en el Centro Cultural Villa de Móstoles, Plaza de la Cultura s/n, en horario de mañana y tarde: de 11 a 13 y de 17 a 19, de lunes a viernes. Y el día de la representación hasta el inicio de la obra. El precio de la entrada: 3 euros.

lunes, 8 de noviembre de 2010

LA REVUELTA en Nicaragua





Después de 17 años vuelve a escena
Festival Nacional de Teatro en sala "Pilar Aguirre"

Arnulfo Agüero

Después de 17 años el teatro profesional regresa con actores estelares nicaragüenses e invitados internacionales de España, Costa Rica y Honduras, quienes abrirán el telón de la Sala Experimental “Pilar Aguirre”, entre el 13 y 20 de noviembre en horario de las 7:30 pm, con temas del absurdo, el drama, las revueltas sociales, la mujer, el hábitat y el infaltable humor.

Además tendrán un Encuentro Nacional de Teatristas, para debatir sobre la formación teatral; y el Taller: La pedagogía del actor, que será impartido por el tico Gerardo Bejarano.

Este magnífico evento organizado por la Red de Profesionales del Teatro de Nicaragua, es respaldado por el Instituto Nicaragüense de Cultura, INC, el Teatro Nacional "Rubén Darío", y el Foro Nicaragüense de Cultura, FNC, dio a conocer el promotor Salvador Espinoza, quien recordó que desde 1993 no se realiza actividad parecida.

En 1980 y 1983 se presentaron tres muestras nacionales de teatro organizadas por el Departamento de Teatro del Ministerio de Cultura; en 1984 y 1986, la Unión de Artistas de Teatro realizó los Festivales Nacionales de Teatro; en 1991y 1993, el Instituto Nicaragüense de Cultura con Doña Gladys Ramírez de Espinosa al frente, montó el I Festival Nacional de Teatro, y la Bienal de Teatro respectivamente.

La realización de este Festival de Teatro, puesto en escena por actores y actrices profesionales solo fue posible gracias a la cooperación de COSUDE, la Real Embajada de Noruega a través del Programa de Apoyo a la Cultura Nicaragüense; el Centro Cultura Español en Nicaragua; cooperación aecid, Teatro Nacional “Rubén Darío”, y el Instituto Nicaragüense de Cultura.

Beneficiando a sus contrapartes: Grupo de Teatro Eko, Comedia Nacional de Nicaragua, Teatro de Títeres Guachipilín y la Asociación de Teatro para la Infancia y la Juventud Capítulo Nicaragua (NICASSITEJ).

Programación

Inaugura la Comedia Nacional de Nicaragua, sábado 13 noviembre, con la obra “El día que me quieras” de José Ignacio Cabrujas, pieza en dos tiempos, que muestra el desencanto de un país que ha perdido su identidad histórica. Domingo 14 noviembre, grupo Quetzalcóatl de Matagalpa, “La resma de papel”, con un guión de Ernesto Soto que explota la corrupción en las oficinas estatales y privadas.

Lunes 15 noviembre, Teatro Bambú, de Honduras, “Mea culpa” que nos presenta un Jesús, personaje alcohólico que se adentra en los submundos de la indigencia. Martes 16 noviembre, Teatro Capullo de Achuapa, León, lleva al tabloncillo la creación colectiva “Juan Ceniza”, obra que narra como el hombre ha destruido su propio medio ambiente.

Miércoles 17 noviembre, Teatro “Justo Rufino Garay” abre el telón con su tensionante obra “La revuelta”, guión de Santiago Serrano, esta tragedia contemporánea y atemporal exhibe a un “pueblo en armas” levantado contra el Caudillo luchando por su libertad.

“Penélope Bloom”, “El escarabajo” y “El testigo”

Jueves 18 noviembre, la costarricense Vicky Montero presentará a “Penélope Bloom”, drama adaptado del extraordinario capitulo XVIII, escrito sin puntuación, por James Joyce en su novela Ulises, donde el pensamiento de la mujer fluye revelador y con plena libertad.

Viernes 19 noviembre, Teatro Dante, “El escarabajo”, de Luis Harold Agurto, en versión libre de la metamorfosis de Kafka, narra las angustias de un joven llamado Manuel que hace su camino creando su propia creación e individualidad.

Y finalmente el sábado 20 noviembre, Rafael Álvarez, tildado el “El brujo” de España, cierra el telón de este Festival al poner en escena “El testigo”, de Fernando Quiñones, su autor, traza la biografía de Miguel Pantalón, imaginario cantor gaditano, genial, inconstante y revirado, mezcla de Aurelio Sellés y de Ignacio Espeleta; aquel que cuando Federico Lorca le preguntó “en qué trabajaba”, le dijo: "yo, señor, soy de Cádiz".

martes, 26 de octubre de 2010

“CHIMENEAS SIN HUMO” Última función pretemporada.


COMUNICADO

Máquinas que enmudecieron una a una. Engranajes que cesaron. Un país que se hizo humo. Chimeneas que son solo monumentos de un tiempo que paso.

“CHIMENEAS SIN HUMO” Tres Mujeres. Tres Historias.

Este próximo viernes 29 de octubre, 21 horas, en el Teatro de la Casa de la Cultura de Maldonado se presenta la Compañía Macondo Teatro con la última función pretemporada de "CHIMENEAS SIN HUMO".

Luego de asistir a la Perimetral, V Muestra Internacional de Teatro de Ciudad de la Costa, en Solimar, Canelones en suplencia de la Compañía Teatral Escenacero Uruguay que por razones de fuerza mayor no pudo hacerse presente con su obra "El Cartero de Neruda", la Comapañía Macondo Teatro presento "Chimeneas sin humo" en la clausura del evento el pasado domingo 24 del corriente, en representación de Maldonado (Junto a el C.C. Teatro la Mancha), ante un total de diecinueve espectáculos en cuarenta y dos funciones procedentes de Francia, Ecuador, Bolivia, Argentina y Uruguay.

“CHIMENEAS SIN HUMO” es la historia de tres mujeres que trabajan en una antigua fábrica “abandonada”. Una mujer madura, adaptada a soportar lo que sea para permanecer allí; una mujer novata, que pone en tela de juicio todo lo que ve; y una inmigrante, dispuesta a cualquier cosa para seguir.

“CHIMENEAS SIN HUMO” del dramaturgo argentino Santiago Serrano, fue seleccionada en el 2002 para el Ciclo de Teatro por la Soberanía en el Teatro Cervantes en Argentina.

El elenco, dirigido por Sofía Campal, está integrado por Rosario Guerrero, Sabrina de los Santos y Sandra Techera, actrices egresadas de la Escuela Maldonado de Arte Escénico.

Serrano aborda por medio de su obra, el tema de la opresión y alienación que sufre un grupo de mujeres que todo el tiempo se sienten observadas, vigiladas y controladas en los talleres de una fábrica donde trabajan doblando telas.

Movimiento que automatiza, enajena, y obliga a perder todo contacto con el mundo real. Máquinas y humanos mecanizados conforman un universo delimitado por cuatro inmensas paredes, paredes que encierran el trabajo en las fábricas.

ENTRADAS:
ANTICIPADAS LIMITADAS 2x1 en Supermercado El Dorado - Suc. 18 de Julio, Maldonado.

BOLETERÍA $ 100.

sábado, 9 de octubre de 2010

domingo, 3 de octubre de 2010

jueves, 30 de septiembre de 2010

A REVOLTA - Comentario em Pernambuco

A Revolta.

Por Ozzi Cândido.

Por esses dias, especificamente no dia vinte e três de setembro, fui ao teatro aqui em Limoeiro, Pernabuco. Mas, fui ao teatro com grande entusiasmo. Fui assistir pela décima segunda vez o grandiosíssimo Espetáculo “A Revolta”, do autor Argentino e amigo Santiago Serrano. Acompanhei o espetáculo assim que nascerá, o mesmo muito me encantou desde o berço da produção.
Mas, nessa última apresentação em casa, no Galpão das Artes, pontinho de cultura abençoado pelo Ministério da Cultura Brasileira, foi diferente. O ar tinha cheiro, cheiro impregnado de alma, de vinho. O texto possuía entranhas, espirito e pernas, mãos que podia apalpar a plateia, que tinha ao mesmo tempo poder, de seduzir, de dançar sobre nossos corpos, de nos inflamar em carne viva.
Dias depois o espetáculo iria participar de um importante Festival de teatro a alguns muitos quilômetros de casa, onde ganhou o prêmio de melhor Espetáculo para a não minha surpresa. Além de receber indicações para melhor ator, melhor ator coadjuvante e melhor figurino.
O prêmio, todavia, não me chamou com fatalidade a atenção. Fiquei imensamente feliz. A competência da trupe sem sombras de dúvidas não nos deixa a desejar.
O que desejo, de alma aqui registrar foi à emoção e o esplendor textual encenado que vive naquela noite do dia vinte e três de setembro. Os atores dançavam sobre o palco, havia ali uma magia, um sobrenatural que me fazia transbordar a alma por meus olhos e poros.
Cito aqui a Malva, personagem particularmente adorado por mim e a intrigante e amordaçada Sara. O não-dito do texto, a peculiaridade transmitida pelo Santiago Serrano ao escrever tão magnifico personagem, o esplendor facial e interior do jovem e grande ator Guilherme de Paula que, com olhares e lágrimas arrancara turbilhões de emoções e lágrimas incapazes de serem contidas dentro de mim. Outro que devo, com orgulho aqui citar, é a métrica tão bem aperfeiçoada que o ator e diretor Charlon Cabral impregna em seu personagem Malva.
“Nunca consigo, apesar de conhecer de perto intimamente, reconhecer o Charlon enquanto Malva.” Falo demasiadamente e quase que incontrolável após assistir o espetáculo.
Tenho a mania de me colocar, como então escritor, no lugar do autor de todas as obras que venho a assistir, e posso afirmar, sem medo que regeram com maestria, profissionalismo, sensibilidade e ousadia essa deleitosa obra escrita pelo estimado Santiago Serrano.
Se eu tivesse que atribuir uma nota para essa décima segunda vez que assisto ao espetáculo, sem dúvidas eu diria que fora um orgasmo intelectual e sensibilíssimo, um orgasmo múltiplo sem dúvidas, acréscimos exagerados nem diminutivos.




Limoeiro, Pernambuco. 27 de setembro de 2010.


Ao estimado Santiago Serrano, por me privilegiar com tão adorável obra.

Ozzi Cândido.
É escritor, Poeta Pós-modernista e contemporâneo. Com obras consagradas tanto no ímpeto do território nacional bem como também internacional.

http://www.emporiodasideias.blogspot.com/

lunes, 27 de septiembre de 2010

A REVOLTA premiada na X Mostra de Teatro de Serra Talhada


O Galpão das Artes conquista na X Mostra de Teatro de Serra Talhada as seguintes indicações:

•Melhor Figurino- Sandra Fragôso;
•Melhor Ator Coadjuvante- João Guilherme;
•Melhor Ator- Charlon Cabral;
•Melhor Direção- Jadenilson Gomes.

E a Premiação de :

•Melhor Espetáculo: "A Revolta", texto do argentino Santiago Serrano.

Evoé ao teatro Limoeirense!!!

sábado, 25 de septiembre de 2010

A REVOLTA no Galpão das Artes em Limoeiro antes de chegar em Serra Talhada no Festival



O Pontinho de Cultura Galpão das Artes, da cidade de Limoeiro-PE, celebra dez anos ininterruptos de criação do exercício cênico e do fazer teatral. A produtora limoirense é filiada à ARTEPE - Associação de Realizadores de Teatro de Pernambuco. O espetáculo A REVOLTA, do dramaturgo argentino Santiago Serrano é dirigido por Jadenilson Gomes. No elenco: Charlon Cabral, João Guilherme, Lucas Rafael, Tarcísio Queiroz e Jadenilson Gomes. Pelo fato de o autor escrever a peça evitando um momento cronológico determinado, o encenador optou "por uma estética liberta de caracterizações óbvias, sem efeminismos e trejeitos". E acrescenta: "acreditamos na força orgânica do ator em representar papéis femininos sem estereótipos".
Mesmo à distância, o autor acredita no potencial da trupe limoeirense, pois é bastante enfático: "a proposta de encenação do Galpão das Artes é um interessante jeito de mostrar esta faceta mítica da peça". A produção executiva é assinada por Fábio André e Edna Alves .

Espetáculo: A Revolta

Apresentações:

Dia 23 de setembro 2010, quinta-feira , às 19:30 horas.

Dia 26 de setembro, domingo, no X Festival de Serra Talhada

Local: Galpão das Artes. Rua Severino Pinheiro, 329-A, Limoeiro/PE.

Ingressos em Limoeiro antecipadamente: R$ 5,00 ( loja Água de Cheiro e na bilheteria R$ 10,00 )

ENTRE NOS, nuevamente en Ituzaingó




(Ituzaingó) – Continuando con el cronograma de actividades culturales correspondiente al Espacio de Teatro en Ituzaingó (ETI) se presentará la obra “Entre Nos” de Santiago Serrano, el próximo sábado 2 de octubre de 2010 a las 21 hs.
En el ETI –Mansilla 893- los vecinos podrán disfrutar de la obra que cuenta con la Dirección de Jorge Destéfano.

Resumen de la obra
En una plaza, precisamente en un banco, se encuentran dos mujeres de aparentes distintas realidades. Una ama de casa que pasó toda su vida atendiendo a su familia, haciendo las tareas de la casa, viendo telenovelas, dedicándose al tejido en sus ratos libres. Y una ejecutiva, encargada del personal en una empresa, soltera y con perspectivas de solterona, independiente, compulsivamente nerviosa y en tratamientos médicos varios.
La obra gira en torno a la charla que por momentos resulta muy cómica, reflejando “sus mundos” y las grandes similitudes que finalmente poseen.

jueves, 23 de septiembre de 2010

CARNE GAUCHA en Posadas (Argentina)


Carne Gaucha el Sábado 25 de Septiembre
El TeUNaM, Programa de Teatro de la Universidad Nacional de Misiones, dependiente de la Secretaría General de Extensión Universitaria, presenta “Carne Gaucha”, basada en el texto homónimo de Santiago Serrano, el sábado 25 de Septiembre, a las 22 hs. en la Sala Taller Estudio, Rebollo 380 casi Rademacher.

La Obra
En el año del Bicentenario de la Nación, el Teatro de la Universidad presenta este espectáculo que…” Palabras más, palabras menos….”intenta con humor casi absurdo mostrar las contradicciones de un país sin memoria.
Tres hermanas “iguales como tres gotas de miel” nos relatan la gesta histórica, radioteatro o en fin, historieta argentina de los últimos 100 años.

El Elenco
Carina Noemberg..................... Felicia
Sandra Aguirre......................... Milagros
Yessica Sotelo Sartoris........... Raquel
Jorge Sedoff.............................. Hipólito. El Cacho. La Fiera. El Petiso
Patricia Miranda...................... La Mucamita. La Chechu. Viejita
Alcides Jaime............................ Romualdo
Jorge Lescaffette...................... Tía Etelvina. El Riojano. El Hombre Probo
Juanjo Languasco………………. El Niño. Ferdinando. El Koreano. La Chiche.

Ficha Técnica
Diseño de luces e iluminación: Gonzalo Velasco
Diseño y realización de banda de sonido: Gonzalo Velasco
Maquillaje: Adolfo Sandoval
Diseño y realización de utilería: Gonzalo Velasco
Dirección y Puesta en Escena: Juan Carlos Staudt y Mónica Leal
Producción General: Juan Carlos Staudt
Publicado por TeUNaM - Programa Teatro UNaM en 03:44

miércoles, 22 de septiembre de 2010

CHIMENEAS SIN HUMO en Maldonado (Uruguay)


Teatro Casa de la Cultura
Rafael Pérez del Purto y Román Guerra
Maldonado, Uruguay

Elenco:
Rosario Guerrero / Sabrina de los Santos / Sandra Techera.


Ficha Técnica:
Diseño de Luces - Richard Pedemonte.
Op. Audio e Iluminación - José Francisco.
Escenografía y Vestuario - Cecilia Carriquíri.
Fotografía - Cristian Martínez.
Producción Ejecutiva- Gabriel Martínez.

Dirección de Sofía Campal.

Una obra por Compañía Macondo.
Una producción de Lalupa Boutike Group.


Domingo 26 de septiembre - 20 horas.

Domingo 10 de octubre - 20 horas.

Viernes 29 de octubre - 21 horas.

martes, 21 de septiembre de 2010

Film QUINCE - Mi trabajo actoral

lunes, 20 de septiembre de 2010

LA REVUELTA en Bogota- Colombia


AUDITORIO FUNDADORES, SEDE PRINCIPAL, UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE COLOMBIA

El Grupo de Teatro La Farsa, con apoyo de la Dirección de Bienestar Universitario de la Universidad Autónoma de Colombia los invita a que nos acompañen a ver la obra "La Revuelta", escrita por el Maestro Santiago Serrano, que cuenta todas las vicisitudes de esa familia que en cierto modo esta enraizada en los dramas rurales latinoamericanos, con esas madres si no omnipotentes sin duda dominantes, en un entorno que mas que obedec ...erlas las teme.

Doña Malva, lisiada pero todopoderosa, por esa especie de caudillismo femenino que en nuestra América no ha sido del todo estudiado, pero ha sido factor relevante de su historia, es la persona que decide y a la que todos aceptan como dueña y señora. Su influencia es distinta de los que mandan, pero ella es quien decide.Escéptica y realista anotará con lúcida perspicacia las carencias de quienes simulando ideales se comprometerán con los enemigos y cobrará venganza.

Tendremos dos funciones para que puedan acompañarnos:
1. Hora: 11am a 1pm
2. Hora: 7pm a 9pm
Miércoles, 22 de septiembre de 2010, Auditorio Fundadores
Los esperamos.Ver más

domingo, 19 de septiembre de 2010

Comentario de CARNE GAUCHA en Misiones


El teatro de la UNaM estrenó Carne Gaucha, de Santiago Serrano
Ayer a las 22, tras casi un año de ensayos y luego de una muestra preliminar realizada a mediados de agosto; el teatro de la Universidad de Misiones (TeUNaM), estrenó a sala llena, en el espacio que posee en el barrio El Palomar, por calle Rebollo casi España, la comedia Carne Gaucha, sobre un texto del psicoanalista y dramaturgo Santiago Serrano, reconocido autor, entre otras obras, de Yocasta, La Comedia Divina y La Disección de un Colibrí.
Mientras el XI Encuentro del Mercosur, organizado por el Instituto Nacional del Teatro, trae a las salas locales durante estos días, lo más excelso del teatro internacional a nivel regional, el teatro de la Universidad de Misiones, programa dependiente de la Secretaría General de Extensión, pone en escena en pleno año del bicentenario, una visión retrospectiva de la historia argentina que apela al absurdo para develar nuestras contradicciones como sociedad. Los últimos cien años de la nación son resumidos en poco menos de una hora, con humor e inteligencia, a través del relato de tres hermanas, cuyos encuentros y desencuentros, no interfieren en los lazos que las unen; y la intervención en su momento de personajes desopilantes, como representación de las fuerzas que han condicionado la historia argentina, marcan el contrapunto en el desarrollo que moviliza a la reflexión.
Bajo la dirección de Mónica Leal y Juan Carlos Staudt, la energía y el espacio son bien administrados en una obra que por su contenido y su propuesta representan un desafío para el elenco, pero que sin embargo en la noche de ayer alcanzó mucha fluidez, brindando entre los espectadores no solo una total entrega por parte de técnicos y actores, sino también la sensación de asistir íntimamente a una reunión entre el pensamiento y el humor. Los momentos de mayor energía dramática fueron en todo momento secundados por remates desternillantes, cosechando las carcajadas y los aplausos pero provocando también al público, invitándolo a reflexionar.
El TeUNaM contó en esta ocasión con un diseño de iluminación y efectos de sonido que subrayaron con eficacia la performance de sus tres protagonistas, mientras que el maquillaje y el vestuario, a cargo de Quique Sandoval, hicieron que por momentos, este experimentado colaborador, se convirtiera casi en un noveno actor. Carina Noemberg, Sandra Aguirre y Yessica Sotelo Sartoris, por su parte, en los papeles de “Felicia”, “Milagros” y “Raquel”, respectivamente, han alcanzado probablemente su mejor nivel sobre el escenario, desde que se iniciaran en la actuación, allá por el 2007. Acompañándolas: Jorge Sedoff, Patricia Miranda, Alcides Jaime, Jorge Lescaffette y Juan José Languasco.

valentin plastino

http://www.identidadurbana.com/ampliar.php?id=283

sábado, 18 de septiembre de 2010

Comentario sobre Dinossauros em Brasilia


Murilo Grossi- O Dinossauro

Por Elmo Ferrér


Olá!!! Passo hoje para fazer uma singela homenagem ao ator Murilo Grossi.
No último domingo, assisti no teatro Dulcina de Moraes, a peça " Dinossauros". A peça, do escritor argentino Santiago Serrano é encantadora, de uma sensibilidade, um romantismo, uma sutileza simplesmente perfeita. É o tipo de peça que você assiste e pensa: Senhor, eu nunca teria tanta sensibilidade!
A direção também foi impecável. Guilerme Reis, além de ter criado o Cena, é um grande diretor.
Mas, quero falar sobretudo dos atores da peça, Carmem Morethzon e Murilo Grossi.
Carmem é a simpatia e educação em pessoa. Um atriz sensível e simplesmente prefeita. No palco ela é grande. Pessoalmente, é delicada e muito, muito amável, algo tão difícil de encontrar nos atores nos dias de hoje.
Murilo me impressionou. Ja tinha visto alguns trabalhos dele na tv, mas nunca me chamou muito atenção. Não que achasse ele um mau ator, nunca, mas por nunca notar mesmo. Fui observa-lo agora, em "escrito nas estrelas", como o pai da protagonista Viviane/ Vitória. No palco, Murilo é de uma naturalidade única, um ator tão experiente. Também me admirou muito a humildade dele com a gente, público. tão educado, sensível. Trata a gente como se fossemos velhos conhecidos. Não há distância.
E dai, parei para pensar sobre a peça. Dinossauros são seres extintos, assim como alguns sentimentos humanos, que simplesmente parecem desaparecer a cada dia.
Carmem e Murilo são dois dinossauros. Em um meio onde as aparências e o ego são tão importantes, eles mostram atitudes extintas em muitos artistas: educação, humildade, sensibiidade, companheirismo, e sobretudo, talento.
Deixo aqui minha homenagem a esses atores, e dizer que a partir de sempre, sou fã do trabalho deles, e onde eles estiverem, estarei também, aplaudindo de pé.



Merda, merda, merda, dinossauros!



http://elmooator.blogspot.com/2010/09/murilo-grossi-o-dinossauro.html

CHIMENEAS SIN HUMO, de Macondo Teatro, en Maldonado (Uruguay)


Este próximo domingo 26 de septiembre, a las 20,00 horas, en el Teatro de la Casa de la Cultura de Maldonado, en Uruguay, Espacio de Investigación y Producción Artística de la E.M.A.E. y Compañía Macondo, en coproducción con Lalupa Boutike Group presentan Chimeneas sin humo, de Santiago Serrano.

Chimeneas sin humo es la historia de tres mujeres que trabajan en una antigua fábrica abandonada. Una mujer madura, adaptada a soportar lo que sea para permanecer allí; una mujer novata, que pone en tela de juicio todo lo que ve; y una inmigrante, dispuesta a cualquier cosa para seguir.

La obra es una pieza original del dramaturgo argentino Santiago Serrano, y fue seleccionada en 2002 para el Ciclo de Teatro por la Soberanía, en el Teatro Cervantes de Argentina.

Macondo presenta un elenco, dirigido por Sofía Campal, que está integrado por Rosario Guerrero, Sabrina de los Santos y Sandra Techera, actrices egresadas de la Escuela Maldonado de Arte Escénico.

En Chimeneas sin humo Serrano aborda el tema de la opresión y alienación que sufre un grupo de mujeres que todo el tiempo se sienten observadas, vigiladas y controladas en los talleres de una fábrica donde trabajan doblando telas, movimiento que automatiza, enajena, y obliga a perder todo contacto con el mundo real. Máquinas y humanos mecanizados conforman un universo delimitado por cuatro inmensas paredes, paredes que encierran el trabajo en las fábricas. Máquinas que enmudecieron una a una. Engranajes que cesaron. Un país que se hizo humo. Chimeneas que son solo monumentos de un tiempo que paso.

martes, 14 de septiembre de 2010

A REVOLTA na Semana de Cênicas da UFPE - Brasil

III Semana de Cênicas da UFPE


A III Semana de Cênicas acontecerá de 14 a 18 de setembro no CAC - Centro de Artes e Comunicação UFPE.


Os esquetes que se apresentarão irão acontecer na abertura da Semana, no dia 14/08 a partir das 15H, e no encerramento (18/08), também a partir das 15H. O esquete que o Pontinho de Cultura Galpão das Artes apresentará dia 17,nesta sexta-feira será um trabalho de Jadenilson Gomes dirigindo A REVOLTA, com texto de autoria do argentino Santiago Serrano, no Teatro Milton Bacarelli /CAC – Centro de Artes Cênicas da UFPE. No elenco estarão atuando Charlon Cabral, Tarcísio Queiroz e o próprio Jadenilson Gomes.

jueves, 9 de septiembre de 2010

CHIMENEAS SIN HUMO en Maldonado - Uruguay



Teatro Casa de la Cultura
Rafael Pérez del Purto y Román Guerra
Maldonado, Uruguay

LBG | eventos shows espectáculos | 2010

Info: 091 049 127 | lalupaboutikegroup@gmail.com

Espacio de Investigación y Producción Artística de la E.M.A.E y Compañía Macondo
...
p r e s e n t a n :

"CHIMENEAS SIN HUMO"

Una obra de Santiago Serrano.

Elenco:
Rosario Guerrero / Sabrina de los Santos / Sandra Techera.

Premisa:
"Chimeneas sin humo" aborda el tema de la opresión y alienación que sufre un grupo de obreras que todo el tiempo se sienten observadas, vigiladas y controladas hasta que unas de ellas hartas de la rutina empieza a cuestionar esta situación de dominación y avasallamiento, en los talleres de una antigua fábrica con “máquinas que enmudecieron una a una, donde los engranajes cesaron, el país se hizo humo y las chimeneas ahora son sólo monumentos de un tiempo que pasó”.

Tres Mujeres. Tres Historias.

Ficha Técnica:
Diseño de Luces - Richard Pedemonte.
Op. Audio e Iluminación - José Francisco.
Escenografía y Vestuario - Cecilia Carriquíri.
Fotografía - Cristian Martínez.
Producción Ejecutiva- Gabriel Martínez.

Dirección de Sofía Campal.

Una obra por Compañía Macondo.
Una producción de Lalupa Boutike Group.

FECHA DE FUNCIONES:
Viernes 10 de septiembre - 21 horas.
Domingo 26 de septiembre - 20 horas.
Domingo 10 de octubre - 20 horas.
Viernes 29 de octubre - 21 horas.

ENTRADAS GENERALES: $ 100
2 X 1 Socios Club El País.

Apoya:
E.M.A.E.
Dirección General de Cultura.
Municipio de Maldonado.
Intendencia Departamental de Maldonado.

jueves, 2 de septiembre de 2010

CARNE GAUCHA en Misiones


El TeUNaM, Programa de Teatro de la Universidad Nacional de Misiones, dependiente de la Secretaría General de Extensión Universitaria, presenta el estreno de “Carne Gaucha”, basada en el texto homónimo de Santiago Serrano, el sábado 4 de Septiembre, a las 22 hs. en la Sala Taller Estudio, Rebollo 380 casi Rademacher.

Tres hermanas “iguales como tres gotas de miel” nos presentan la historieta argentina de los últimos 100 años.

Humor casi absurdo para mostrar las contradicciones de un país sin memoria.

Elenco:

Carina Noemberg..................... Felicia.

Sandra Aguirre......................... Milagros.

Yessica Sotelo Sartoris..............Raquel.

Jorge Sedoff.............................Hipolitos. El Cacho. La Fiera. El Petiso.

Patricia Miranda........................La Mucamita. La Chechu. Viejita.

Alcides Jaime...........................Romualdo.

Jorge Lescaffette......................Tía Etelvina. El Riojano. El Hombre Probo.

Jorge Languasco.......................Ferdinando. El Chino. La Chiche.


Diseño de luces e iluminación: Gonzalo Velasco

Diseño y realización de banda de sonido: Gastón Hojman

Maquillaje: Adolfo Sandoval

Diseño y realización de utilería:Gonzalo Velasco


Diseño y realización caricaturas: Sebastian Vera Amaral

Dirección y Puesta en Escena: Juan Carlos Staudt y Mónica Leal

Producción General: Juan Carlos Staudt


http://teunam-programa-teatro-unam.blogspot.com/2010/09/estreno-carne-gaucha.html

martes, 24 de agosto de 2010

DINOSAURIOS - RETORNA CON OVACIONES DE SANTA CLARA TEATRO ICARON

http://www.atenas.cult.cu/?q=node/10111

María Elena Bayón Mayor

Con éxitos en la presentación de la obra Dinosaurios, retornó el grupo matancero Teatro Icarón, tras su gira por Santa Clara, donde fueron invitados a la recién inaugurada sala-teatro Margarita Casallas, de la capital villaclareña.

El público joven se mostró particularmente conmovido, con esa pieza del argentino Santiago Serrano, que de forma paradójica para esas generaciones, revela una historia de dos seres de mediana edad, solitarios, incomunicados y asombrosamente ávidos de amor. De ahí su notable acercamiento espiritual.

A criterio de la directora y actriz Miriam Muñoz, la puesta "se caracterizó por su acogida. Tuvimos que salir a escena en tres ocasiones por la continua ovación, impresionados según sus manifestaciones por el diseño escénico, de Rolando Estévez, en su intención dramática y la actuación de Williams Quintana, en el papel de Nicolás, mucho más porque el actor es oriundo de esos lares y todos se sintieron muy congratulados.

El personaje de Silvina sacudió al auditorio con su sencilla existencia de mujer en extinción, sedienta de algún cambio que ahuyente su soledad.

Y en esa atmósfera epocal, propicia a la irrupción de sentimientos esperanzadores, estuvo Icarón en Santa Clara.

Participaron además, como invitados, en el espacio Confesiones a medianoche. En el encuentro, al cual asistieron personalidades de la Cultura y autoridades del Partido y el Gobierno en Villaclara, inquirieron los jóvenes sobre la trayectoria de la Muñoz y su labor en el rescate de patrimonios teatrales de la cultura matancera como El Principal,su trabajo como delegada de la asamblea del poder popular y acerca del auge poético y en las artes plásticas de Estévez.

viernes, 20 de agosto de 2010

LA REVUELTA- Crítica


Cualquier parecido con la vida real...
•La Revuelta, obra puesta en escena por el grupo Justo Rufino Garay, es una dura crítica a los tiranos y contribuye al debate de un tema central en la Nicaragua actual.

Un grito desgarrador sacude la sala de teatro, las luces ocultan la magnitud de la tragedia que ocurre en la escena. Hay un fuerte impacto emocional.

Es la escena final de La Revuelta , obra que estrenara este mes el grupo de teatro Justo Rufino Garay, del dramaturgo argentino Santiago Serrano y cuyo tema central es la intolerancia.

Hay un trabajo digno en imágenes artísticamente elaboradas, que desde el inicio muestran la servidumbre de los personajes amarrados y sometidos al personaje de doña Malva, hasta la secuencia final donde José en una atmósfera onírica esparce semillas mientras se desplaza con lentitud.

Con predominio de los tonos oscuros sobre los claros y un ambiente ocre, que se torna negro total en varias ocasiones, la escenografía y los sonidos nos configuran la aberrante situación que viven los personajes dominados por Malva, esta matriarca, especie de tirana familiar que es capaz de sacrificar todo con tal de mantener el poder.
Reconocimiento especial merece la actuación, sobre todo a los personajes de Alicia Pilarte y René Medina, quien encarna al hijo de Malva (Martín) y a una amiga llamada Toña. Es con este personaje femenino que Medina llega al corazón de los espectadores.

Toña es una mujer lúcida, con sensibilidad social que trata de abrir la mente de José, interpretado por Jhosay Peralta, quien a su vez logra momentos muy intensos en su desempeño, pero debe trabajar más su emisión de la voz, pues en ocasiones parece una réplica de los tonos de voz de otros actores del grupo.

René Medina como Toña se transfigura en una mujer dolida, las escenas de la muerte de su hijo son impactantes, sin embargo como Martín no alcanza la misma intensidad; sólo en el último acto muestra las debilidades y contradicciones del hijo menor de Malva.

Tania Santa Cruz, como Judith, la esposa del hijo idealizado, debe seguir creciendo su personaje. Si bien tiene una magnífica presencia escénica, en ocasiones su actuación se siente estereotipada, sobre todo cuando hay escenas de seducción y lujuria.

Alicia Pilarte logra uno de sus personajes más complejos. Malva es desagradable, la caracterización de Pilarte hace detestable a esta matriarca extremista y ambiciosa, todos salen odiando a este personaje y admirando a la actriz.

PODER CUESTIONADO
La Revuelta cuestiona con fuerza al poder ejercido por tiranos que no permiten el diálogo ni las voces diferentes.

En las funciones de La Revuelta en muchas ocasiones hay debates para dialogar sobre los aspectos sobresalientes de la obra. Esto es posible gracias al patrocinio de la cooperación española (AECID) y el Fondo Común.

Hasta septiembre estará en cartelera esta pieza; las funciones son los viernes y sábados a las 7:30 de la noche.


ELENCO
Malva: Alicia Irene Pilarte
Martín y Toña: René Medina
José: Jhosay Peralta
Judith: Tania Santa Cruz
Dirección Artística: Lucero Millán
Vestuario: Wendy Matamoros
Telones: Oriel Ortecho Lucero
Luces: Millán y Félix Gutiérrez Malva

AL QUE LE CAIGA EL GUANTE...

La obra La Revuelta, escrita por Santiago Serrano, es una tragedia contemporánea atemporal. Nos habla de un pueblo sojuzgado, un caudillo que se levanta en armas, la obsesión ciega por las creencias ideológicas y sus consecuencias.

Nos expone el drama de una familia rural, bajo el dominio omnipotente de una madre dominante que más que quererla le temen, que desde su invalidez física es todopoderosa, que tiene como única obsesión la llegada de uno de sus hijos, al que tiene idealizado y mistificado y vuelca su sadismo en los que la rodean, capaz de cometer incluso asesinatos en nombre de la “libertad”.

http://www.laprensa.com.ni/2010/08/20/revista/35169

LA REVUELTA, exitosa en su primera temporada en Nicaragua


Después de su rotundo éxito de estreno, la obra de Teatro “La Revuelta” de Santiago Serrano bajo la dirección de Lucero Millán y actuada por el grupo de Teatro Justo Rufino Garay sigue cosechando éxito con 23 funciones realizadas a circuito cerrado con diferentes comunidades del país.

La obra está siendo el punto de partida para ayudar a crear una cultura de tolerancia a través de debates con diferentes comunidades del país, con el objetivo de sensibilizar a la población sobre tan delicado tema.

Se estarán realizando 40 funciones gratuitas para diferentes comunidades de jóvenes, mujeres, maestros, taxistas, entre otros.

De estas 40 presentaciones se han realizado 23 funciones de teatro en las que han participado pobladores de la zona del Pacífico, Centro, Norte y Occidente de Nicaragua, a través de alianzas con diferentes organismos de la sociedad civil como: Fundación Violeta Barrios de Chamorro, Cenidh, Movimiento por Nicaragua, Fe y Alegría, Voces Vitales, entre otros.

La obra “La Revuelta” escrita por Santiago Serrano es una tragedia contemporánea imperecedera.

Nos habla de un pueblo sojuzgado, un caudillo que se levanta en armas, la obsesión ciega por las creencias ideológicas y sus consecuencias.

Nos expone el drama de una familia rural, bajo el dominio omnipotente de una madre dominante que más que quererla le temen, que desde su invalidez física es todopoderosa, que tiene como única obsesión la llegada de uno de sus hijos, al que tiene idealizado y mistificado y vuelca su sadismo en los que la rodean, capaz de cometer incluso asesinatos en nombre de la “libertad”.

Este montaje está enmarcado en los proyectos “Participación ciudadana y movilización social, utilizando el teatro como vehículo de comunicación” con el apoyo de Aecid (Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo) y el Fondo Común.

La obra está cerrando su primera temporada de presentaciones para el público en general los días sábado 21, viernes 27 y sábado 28 de agosto a las 7:30 de la noche en el Teatro Justo Rufino Garay. Para mayor información llamar al teléfono 22663714 o visitar la Web http://www.rufinos.org/


http://www.end.com.ni/variedades/81596

LAS HIJAS DE EVA- Estreno en Montevideo- Uruguay


"LAS HIJAS DE EVA"
de Santiago Serrano
ESTRENO VIERNES 20 DE AGOSTO
21:30HRS
Sala Teatro Metro 2
Compañía Teatral “ La Fábrica de Ilusiones” se complace en presentar su mas reciente estreno para la cartelera capitalina.

Desde el próximo viernes 20 de Agosto, se estará presentando en sala 2 de Gran Teatro Metro, la obra del reconocido autor argentino, Santiago Serrano, “Las Hijas de Eva”.



“Las Hijas de Eva”, llega en una producción totalmente nacional, presentando un espectáculo que mostrará el ayer, el hoy y el mañana de la mujer… de su entorno… de los prejuicios… de todo lo que las rodean. Bajo una óptica de cotejará el humor, la comedia, el enredo y el absurdo.

“Las Hijas de Eva”, narra la historia más allá del paraíso de Eva, la primera mujer. Los mitos y leyendas sobre su historia con Adán. La verdad sobre la costilla que la creó, y el romance furtivo con la serpiente y su dulce manzana.

Más allá de lo que cuenta la historia, comenzaremos a enredarnos en su intimidad, y correremos en el tiempo, para vernos cara a cara con aquellas “Evas” del ayer, del hoy y del mañana.

Estas mujeres que buscan, se equivocan, aciertan, se confunden… pero siempre intentan… estas mujeres, son las Hijas de Eva.


…:::FICHA TECNICA:::…

Título: “Las Hijas de Eva”

Autor: Santiago Serrano

Dirección: Ximena Rebella

Vestuario:Ximena Rebella, Natalia Vega, Rey Producciones

Peluquería: Liber Luna

Maquillaje: Seven & One Make Up Staff

Escenografía: A&D Creaciones

Gráficos: ArteIdea producciones

Sonido: Daniel Garín

Iluminación: Martín “Pela” Hernández

Producción General: La Fábrica de Ilusiones

Elenco (Por Orden de Aparición):

Cynthia Patiño – Pía D´Andrea – Alicia Añón – Ximena Rebella – Daiana Basadone
…:::RESEÑA:::…

Eva la primera mujer tiene mucho para decir… su vida con Adán, su romance con la serpiente, el sabor de aquella primer manzana para la humanidad. Su destierro… de ahí en más, el pecado carnal se apodera de ella; las Hijas de Eva ven la luz y ahora quieren dar su versión de los acontecimientos vividos.

Que mejor que ellas, para hablar sobre todo lo que nos rodea. Que mejor que nuestra tatara abuela elevada a la enésima potencia, para contarnos como sucedieron las cosas… y porque no, develar algunas mentiras que el tiempo se ocupó de ocultar.


…:::FUNCIONES:::…

Viernes 21:30hrs ESTRENO

Domingos 19:30hrs


Sala Teatro Metro 2 (San José 1211)

Entradas en venta en boleterías del teatro Metro.

Costo: 180 pesos

Promoción 2x1- Nuevo Siglo - Socio Espectacular - Multiseñal - Anda

Por información y Reservas: 215 02 46 – 097 311 399 – 099918 137- 097 435 539

Mail.: lafabricadeilusiones@adinet.com.uy

CUCARACHAS en el marco del Festival de Verano


El grupo de teatro ¡Anda sin Zapathos! presentará hoy en el Teatro Principal la obra de teatro “Cucarachas” de Santiago Serrano.
El grupo teatral estrenó en mayo la obra “Cucarachas” de Santiago Serrano durante la realización de la Muestra Espiral del Foro Cultural Universitario en la ciudad de Guanajuato- México llevado a cabo en mayo del presente año.
Anda sin Zapathos comenzó en agosto del 2007 como el grupo de teatro de la otrora Facultad de Filosofía y Letras, coordinado por Andrea Parra. Como resultado de su trabajo, se presentó un espectáculo de calle para conmemorar el Día de Muertos. Luego, al final del semestre, presentó en el Auditorio Ernesto Scheer una pastorela escrita por Daniela y Andrea Parrra.
En el 2008, el grupo presentó “El pozo de los mil demonios” de Maribel Carrasco, con música en vivo en el Teatro Principal, con un buen impacto en el público.
Reciéntemente, el grupo consolidó su presencia con el espectáculo “El Nahual de Paramillo” de Benjamín Valdivia, con cuatro presentaciones, con música en vivo una de las cuales fue para el Coloquio de Letras Españolas Efraín Huerta, y con una dirección conjunta.
Hoy al marco del Festival de Verano todas las artes, una ciudad, presentan de Santiago Serrano, ganador del 2º Premio en el 8º Certamen Internacional de Teatro “Fundación Ciudad de Requena”- España (2005) y ganador del 4ª Concurso Nacional de Obras de Teatro Breve del Instituto Nacional del Teatro Argentina, la obra de teatro “Cucarachas” bajo la dirección de Alberto Castañeda.

miércoles, 18 de agosto de 2010

DINOSSAUROS em Porto Seguro


DINOSSAUROS...OU AINDA É HOJE - ES

Dia: 20 e 21 de agosto

Horário: 20.30h Duração: 60'

Direção geral: ALTAIR CAETANO

Texto: SANTIAGO SERRANO

Sinopse: O espetáculo fala da sensibilidade e da busca da felicidade num mundo cada vez mais opressor. Sentimentos como ingenuidade e ternura caracterizam os personagens Silvina e Nicolas, verdadeiros seres em extinção, como dinossauros. E para não desaparecer, para voltar a ter esperança, o casal precisa inventar o futuro possível. Os dois lutam para escapar da rotina que os oprime.

FICHA TÉCNICA:

Autor: Santiago Serrano

Elenco: Maria Alice Costa e Othoniel Cibien

Figurino: a equipe

Cenografia e iluminação: Altair Caetano

miércoles, 11 de agosto de 2010

DINOSAURIOS en Cuba

Actuara Icarón en Santa Clara

En el presente mes, el grupo ha sido invitado para actuar del 13 al 16, en la célebre sala El Mejunje, de la capital viallaclareña, con la obra "Dinosaurios", del argentino Santiago Serrano. Una obra que según la crítica, es la historia de dos seres, ungidos de soledad que logran comunicarse en apenas unas horas, al exponer un mundo muy cotidiano, natural y creíble, que se logra en los momentos de decir las palabras sobre el escenario

El papel de Silvia lo encarna la propia Miriam Muñoz, mientras que el protagónico de Nicolás lo asume Williams Quintana. El diseño escénico está a cargo de Rolando Estévez, coreografía de Liliam Padrón y la banda sonora, inspirada en la música de Pablo Milanés, la produce Harold Bermúdez.

Se conoció además que la actriz Miriam Muñoz recibirá durante esos días el homenaje de los santaclareños, en un encuentro organizado por la Dirección de Cultura, al cual asistirán personalidades del arte y la prensa.

María Elena Bayón

martes, 10 de agosto de 2010

CHIMENEAS SIN HUMO- Crítica Venezuela


Tres actos para partirse de la risa

Martes 10 Agosto 2010 •El humor se desbordó en las tablas del auditorio Ambrosio Oropeza, el pasado viernes, con la presentación de tres obras breves en la función doble ‘Noche de Comedia’. Las vicisitudes recreadas en diversos contextos permitieron al público disfrutar de una velada colmada de risas y buena vibra.

FERNANDO GALLARDO.- La organización Teatro Andante, que anteriormente ofreció la obra Bang bang, estás muerto, en esta oportunidad cambió el drama por el humor al presentar la función Noche de Comedia. Un hombre disfrazado de Charles Chaplin, que interactuó con el público entre las butacas, fue el abreboca de tres historias reflexivas, por momentos trágicos y cargados de emoción; como la vida misma. El primer platillo de la noche fue Chimeneas sin humo (del escritor Santiago Serrano), una obra que aborda las vivencias de una trabajadora obstinada que ha pasado su vida doblando telas en una fábrica antigua, la cual está a punto de desaparecer, ya que ha disminuido su calidad. A su lado se encuentra una chica, nueva en el empleo, que poco a poco se da cuenta de la desesperanza que embarga a ese lugar. La miseria que las rodea, unida a la incapacidad para cambiar sus destinos, ofrece una severa crítica a las personas que se entregan a un oficio usando “el piloto automático”, dejándose llevar por el tiempo y sin buscar ningún tipo de superación. Las dos trabajadoras están acompañadas por una joven croata, quien no domina el idioma español y por su fuera poco, tiene piojos. Ella trabaja sin emitir sonido alguno al lado de sus compañeras, quienes hacen malabares por mantenerla alejada. Así, se ejemplifica la búsqueda de sueños en otras fronteras; hecho que en algunos casos concluyen con un destino trágico para las personas que deciden asumirlo. Despiste femenino Con un particular cambio de escenografía entre las obras, los actores movilizaron su utilería con las luces encendidas y a telón abierto; como si se tratase de un set de televisión. Fue así como el galpón de una fábrica se convirtió en el departamento de una joven despistada, para recrear la obra ¿Distraída yo?, de Román Sarmentero. Esta comedia hilarante tiene como inicio el escape de dos delincuentes, quienes acaban de robar una joyería y deciden esconder su botín en una casa; ya que la policía los anda buscando. Lo que no saben es que, para su fortuna, la dueña del inmueble es una chica despistada a quien pueden engañar fácilmente, por tener memoria a corto plazo. Los enredos no se hacen esperar cuando el par de ladrones esconde las joyas en una habitación y deciden ponerse unos vestidos de la dueña de la casa (aprovechando que ella no se encuentra en ese momento) para despistar a la policía. Sin embargo, en el interín la distraída aparece y tienen que hacerse pasar por un par de amigas que tenían previsto visitarla ese día, a esa misma hora. El policía, el novio de la distraída, junto a las verdaderas amigas que la visitarían; constituyen una obra repleta de complicaciones, en la que destaca un admirable manejo del humor con tonalidad argentina. Finalmente, se ofreció la obra Descontrol Hospitalario, de Román Sarmentero, en la cual se exaltan las calamidades que padecen los centros asistenciales de administración pública; con una histérica embarazada que llega al hospital pidiendo la atención de una doctora, aunque ésta se encuentra durmiendo. Dos enfermeros, una inspectora sanitaria, un civil disfrazado de policía, dos delincuentes, un drácula, una loca y una anciana; recrearon el cierre de esta función, con tinte social, que brindó humor de sobra a una audiencia que salió más que complacida.

sábado, 7 de agosto de 2010

DINOSSAUROS em Goiás



DINOSSAUROS
Um banco, uma luz e dois atores. Isso é o suficiente para criar a atmosfera do espetáculo DINOSSAUROS, que desde sua estréia tem encantado o público de vários estados do Brasil, com sua simplicidade e singeleza. Sob direção de Guilherme Reis, estão em cena Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi, na pele de dois solitários desconhecidos que, na madrugada de uma grande cidade, se encontram e aos poucos estabelecem uma relação que vai do medo ao companheirismo, chegando sutilmente a uma situação de intimidade entre si e com o público. As angústias, as crises, as irrecuperáveis quedas, a tensão dos tempos e das gerações, a convivência desencontrada de cada um de nós, anjos caídos que somos, comovem e emocionam.

DINOSSAUROS marcou a estréia no Brasil da obra do dramaturgo argentino Santiago Serrano. Desde sua estréia, o espetáculo participou de alguns dos mais importantes eventos do país, sempre com excelente repercussão, merecendo críticas elogiosas de alguns dos principais críticos do País. Foi apresentado no FILO - Festival Internacional de Londrina (PR), no I Festival Brasileiro de Teatro de Itajaí (SC), no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP) e no Festival Nacional de Teatro de Recife (PE). Também fez pequenas temporadas no Espaço SESC, no Rio de Janeiro, no Espaço CPFL, em Campinas (SP), no Espaço BrasilTelecom, em Brasília e no CCBB São Paulo.

O GRUPO CENA

O Grupo Cena nasceu em 2005, em Brasília, quando atores e diretores com mais de 25 anos de trabalho em comum decidiram se juntar para a pesquisa de novas dramaturgias com foco no trabalho do ator.

Em sua curta trajetória, o grupo vem demonstrando uma inegável vitalidade: foram quatro montagens ao longo de quatro anos, sempre apresentando textos nunca antes encenados no País.

Inicialmente a companhia se dedicou a pesquisar textos inéditos da dramaturgia latino-americana, resultando em três espetáculos, todos com textos de autores argentinos e direção de Guilherme Reis: Dinossauros e Fronteiras, de Santiago Serrano e Varsóvia, de Patrícia Suárez. Além desta série de autores argentinos, em 2007 o grupo produziu para o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília e do Rio de Janeiro, o espetáculo Os Demônios de Fiodor Dostoievsky, com direção de Antonio Abujamra e Hugo Rodas.

Dinossauros foi destacada como um dos cinco melhores espetáculos de 2005 em Brasília e já se apresentou nos mais importantes festivais do país, como Festival Internacional de Londrina, Festival Brasileiro de Teatro de Itajaí, Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, Festival Nacional de Teatro de Recife, Festival Nacional de Teatro de Vitória, Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia) e Festival Internacional de Teatro de Dourados. Além disso, apresentou-se em Araraquara (SP), Dourados (MS), Campinas (SP) e realizou pequena temporada no CCBB de São Paulo.

Fronteiras cumpriu temporadas de sucesso em Brasília e participou do festival Recife dos Grandes Espetáculos e do FILO - Festival Internacional de Londrina, ambos em 2009.

Atualmente o grupo prepara a montagem de O Caminho do Vento, espetáculo que apresentará ao público brasileiro o teatro de Gerard Sibleyras, autor francês inédito no País.

OS ATORES

Carmem Moretzsohn

iniciou sua carreira como atriz em 1980. Além do teatro destaca-se também como jornalista e assessora de imprensa especializada na área cultural. No teatro, são 25 anos sem deixar de subir ao palco um único ano. Trabalhou com diretores como Guilherme Reis, Fernando e Adriano Guimarães e Hugo Rodas. Participou da Companhia dos Sonhos dirigida por Hugo Rodas. Em 2005, apresentou o espetáculo Rosa Negra – uma saga sertaneja, onde foi autora do texto e atriz. Em cinema, participou dos filmes Celeste & Estrela (2005), The Book is On the Table (1999), O Cego que Gritava Luz (1997), Doces Poderes (1997), A República dos Anjos (1991), Césio 137 (1990) e Círculo de Fogo (1990). Participou da montagem da peça Os Demônios, dirigida por Antonio Abujamra e Hugo Rodas, apresentada em Brasília e no Rio de Janeiro. Recentemente atuou em Cabaré das Donzelas Inocentes, de Sérgio Maggio.


Murilo Grossi

Ator que trabalhou com os principais diretores de Brasília, dentre eles Hugo Rodas, Adriano e Fernando Guimarães, Fernando Vilar, Alexandre Ribondi e diretores do Rio e São Paulo, como Naum Alves de Sousa e Hamilton Vaz Pereira. Entre os espetáculos destacam-se Cartas de Um Sedutor, O Olho da Fechadura e Shakespeare in Concert. Em 1995 começa a trabalhar em cinema, sendo ativo participante do cinema brasiliense, bem como um dos atores representativos da chamada retomada do cinema brasileiro, com filmes como Canudos, Doces Poderes, Mauá, Brava Gente Brasileira, entre outros. A extensa produção cinematográfica do ator Murilo Grossi, com 12 longas e 16 curtas, inclui trabalhos com prestigiados diretores como Rui Guerra, Sérgio Rezende, Lúcia Murat e José Eduardo Belmonte. Na televisão atuou em importantes novelas e seriados, entre eles O Clone, Um só coração, Carga Pesada, da TV Globo.


O DIRETOR

Guilherme Reis - Como ator participou de inúmeras montagens teatrais, entre as quais destacam-se: Os Saltimbancos, O Noviço, A Vida É Sonho, O Exercício, Pequenos Burgueses, Um Grito Parado no Ar, Caça aos Ratos, Mão na Luva, Valsa Americana, Vestido de Noiva, Arlequim Servidor de Dois Amos e Álbum Wilde. Recentemente atuou em Os Demônios, de Dostoievski, com direção de Hugo Rodas e Antonio Abujamra.

Trabalhou com diretores como Hugo Rodas, Antonio Abujamra, Zeno Wilde, B. de Paiva, Fernando e Adriano Guimarães, entre outros. Dirigiu os espetáculos A Revolução dos Bichos (1980), Chapeuzinho Amarelo (1981), Pedro e o Lobo (1983 e 1994), A Hora do Pesadelinho (1991), Reta do Fim do Fim (Prêmio Villanueva de Melhor Espetáculo Estrangeiro de 1997 em Cuba), Movimentos do Desejo (1998), Reveillon (1999), Dinossauros (2005), Varsóvia (2008).

Em cinema atuou em O Sonho Não Acabou, de Sérgio Resende; A República dos Anjos, de Carlos Del Pino; Louco Por Cinema, de André Luiz Oliveira; O Cego Que Gritava Luz e O Tronco, ambos de João Batista de Andrade e “Sagrado Segredo, também de André Luis de Oliveira. Foi co-roteirista e diretor de elenco de Araguaya, A Conspiração do Silêncio, de Ronaldo Duque.

Criou e é diretor do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Atualmente dirige O Caminho dos Ventos, de Gerard Syblerás, com estréia prevista para maio.


O AUTOR

Santiago Serrano - Autor e diretor argentino, nasceu em 12 de maio de 1954. Iniciou sua carreira de dramaturgo em 1978, estudando no Conservatório Nacional de Arte Dramática. Realizou estudos teatrais com Néstor Raimondi, Inda Ledesma, Manel Barceló (Espanha), Williams Wilcox Horme (EUA), Enrique Buenaventura (Colômbia) e Aristides Vargas (Equador). Escreveu seu primeiro texto teatral "La Revuelta", em 1984, que estreou em Buenos Aires, onde permaneceu em cartaz durante três anos. Foi encenada depois pela Comédia Nacional Uruguaia. Em 1991, dirigiu sua obra "Dinossauros", que recebeu o Prêmio de Melhor Original e Menção Especial de Melhor Espetáculo no Festival de Teatro do Centro Cultural Gral. San Martín, de Buenos Aires. En el 2000, a peça foi representada em Quebec (Canadá), em castellano e posteriormente traduzida para o inglês, é encenada em Indiana (USA). Santiago é autor ainda de outros textos como "Entre Nos", "Carne Gaucha", "Emperador Nicandro", "Yocasta, el hueco oscuro", etc. En 1987, o autor e diretor criou o Grupo Teatral Encuentros, com o qual vem trabalhando até os dias atuais. Santiago Serrano é também licenciado en Psicología, pela Facultad de Psicología de la Universidad de Buenos Aires.


CRÍTICAS SOBRE O ESPETÁCULO “DINOSSAUROS”


Escrito nas estrelas
Sérgio Maggio - Correio Braziliense
“A harmonia de Dinossauros parte do texto do argentino Santiago Serrano, um achado do diretor Guilherme Reis. De construção humanista, a peça ergue personagens que ultrapassam o arquétipo do solitário urbano. E se sustenta completamente na essência do casal, delineada a cada palavra. É uma peça cuja ação dramática está na conexão das idéias. Não dá para perder um artigo, uma vírgula”.


DELICADEZA
Edelcio Mostaço - 23/7/2006
“Todo o interesse dramático está no estudo dos caracteres. Ela é tímida, introspectiva, produto de uma existência pouco ousada, colocada num momento de crise em função da doença da mãe. Ele é casado, perspicaz observador das atitudes alheias, aberto às novas emoções e se descobre capaz de interessar-se por ela. É o quanto basta – dois atores, um tablado e uma paixão – para ensejar este pequeno estudo de psicologia efetuado, essencialmente, em cima das reações que um provoca no outro. Nesse sentido, a direção de Guilherme Reis mostra-se enxuta, interessada em guiar os intérpretes ao encontro dos gestos mais adequados, das inflexões mais ajustadas, ajudando-os a desenhar os perfis que, pelo acúmulo de pormenores, vão desvendando as duas criaturas ao espectador.

Carmem Moretzsohn imprime à jovem total credibilidade e densidade, numa composição dramática perfeitamente adequada em seus gestos e inflexões. São sempre encantadoras suas atitudes diante das descobertas, dos inesperados, da sucessão de incidentes que, ao longo da trama, a deslocarão da introspecção à entrega sensível. Murillo Grossi incumbe-se da figura masculina, aliando em sua pessoa dois traços significativos: a simpatia e o comedimento. Eles vão se revelar essenciais para que sua criação não ultrapasse os limites entre a vitalidade existencial e a falta de compostura diante de uma mulher que encontra pela primeira vez”.

Provocação e reflexão

Beth Néspoli – Estado de São Paulo

“Aparentemente singelo e despretensioso, Dinossauros, dueto de dois ótimos intérpretes, Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi, foi outro destaque na reta final do FIT. O encontro de dois desconhecidos que dividem um banco, de madrugada, numa cidade, começa por um estranho atrito entre o aparente realismo do texto e a inverossimilhança da situação. Mas aos poucos a fabulação, já presente no cenário indefinido, vai se mostrando e a montagem alcança o raro feito de retratar algo pelo seu oposto: a aridez do espaço urbano e sua interferência nas relações humanas se revela no comportamento improvável do casal de 'dinossauros', que faz até piquenique em banco de praça. Realizado pela prefeitura de Rio Preto e pelo Sesc São Paulo, com patrocínio da Petrobrás, o FIT Rio Preto mais uma vez mostrou que surgiu com fôlego para permanecer e inteligência para fazer diferença”.


INGENUIDADE

Luiz Paulo Vasconcellos, 19/11/2007

“Dinossauros, texto do argentino Santiago Serrano, direção de Guilherme Reis e produção da Espaço Cena, de Brasília, comove pela simplicidade, pela economia de meios, pela ingenuidade. Um espetáculo sintético, direto, sem firulas, como se diz, muito bem iluminado e com bons atores. O que, às vezes, é melhor do que muita invencionice desnecessária que anda grassando por aí”.


Os Dinossauros, nossos irmãos

Kil Abreu, 23/7/2006

“Os Dinossauros de Santiago Serrano, autor argentino revelado no FIT pelo pessoal de Brasília, são sujeitos antes de tudo vitimados por paixões tristes. O apelo dramático da peça, costurada com os fios de um lirismo comovente, é justo o de mostrar delicadamente as feridas abertas de cada um – que podem ser as nossas próprias – e, com esperança indisfarçada, pôr sobre elas o bálsamo que lhes diminui a dor. (...)

A montagem dirigida por Guilherme Reis encontra os caminhos acertados para valorizar tanto o material dramatúrgico quanto o trabalho dos atores. Não se preocupa em referenciar o palco com imagens outras que não venham através da palavra. Um banco e um fundo azul é solução cenográfica que esvazia propositalmente as circunstâncias espaciais para que a cena seja mantida concentrada em uma espécie de suspensão poética. O artifício é muito feliz.

O trunfo principal, porém, está na dupla de atores brasilienses. Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi cumprem com a tranqüilidade dos veteranos, em desempenhos comoventes, as nuances que vão do sentimento de trágico abandono às tentativas, por vezes cômicas, de respiro das personagens. Pequena grande jóia, a montagem reafirma a potência de um teatro econômico nos recursos materiais e valioso no resultado artístico”.


Dinossauros

Walter Lima Torres

“A proposta de direção que Guilherme Reis aplica ao texto, com sua direção sensível à escuta da palavra do autor, pavimenta o caminho para atuação serena dos atores. A direção potencializa a relação do casal de desconhecidos emoldurando-a sob um foco de luz que tem como suporte, ao fundo, este azul da madrugada com um leve toque cinematográfico. A partir deste recorte visual, a direção se detém em trabalhar nos pequenos detalhes deste encontro inusitado: a respiração, o olhar, o gesto, o tempo.

O casal de atores, Carmem Moretzosohn e Murilo Grossi, explora com um equilíbrio muito delicado as nuanças destes comportamentos impressos no par Silvina e Nicolas. A dificuldade de dar credibilidade à história de cada um desses dois solitários é facilmente superada a partir dos jogos infantis. Os atores nos mostram por meio de uma atuação emocionada que Silvina e Nicolas são estes adultos de hoje por conta da criança que foram no passado. O jogo dos atores é inteligentemente alimentado por este vai e vem entre a espontaneidade da criança e a dura couraça do adulto. Reféns da criança que foram, Silvina e Nicolas não podiam ser adultos diferentes do que são mostrados em cena. E é daí que emana, da dupla de atores, este estado de comoção permanente do espetáculo que se mantém vivo do início ao fim da encenação”.


DINOSSAUROS

com Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi

Texto: Santiago Serrano

Direção e Iluminação: Guilherme Reis

Produção: Grupo Cena

Mais informações: Guilherme Reis – (61) 9202-9153

viernes, 6 de agosto de 2010

DINOSSAUROS na Temporada Cultural da Coordenação de Arte e Cultura da PUC Goiás


Espetáculos premiados e consagrados pela crítica movimentam a programação da Temporada Cultural da Coordenação de Arte e Cultura da PUC Goiás

Dois espetáculos premiados movimentam a Temporada Cultural, promovida pela Coordenação de Arte e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de Goiás nos dias 9 e 10 de agosto. Considerado pela crítica especializada o melhor espetáculo de 2005 em Brasília, Dinossauros, do Grupo Cena, é a primeira atração do evento.

Dirigida pelo goiano Guilherme Reis, o espetáculo estará em cartaz no Teatro Católica da PUC Goiás, no Jardim Goiás, no dia 9 (segunda-feira), às 20h30, com o apoio do SESC Goiás. No dia 10 (terça-feira), será a vez de Dúplice, eleita a melhor produção do Festival Internacional de Artes Cênicas Goiânia em Cena. A apresentação será às 20h30, no mesmo local. O ingresso será vendido a R$ 5.

Atores experientes e consagrados no circuito artístico brasiliense, Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi interpretam dois solitários desconhecidos que se encontram numa madrugada de um dia qualquer, e acabam estabelecendo uma relação de afeto. Angústias, crises existenciais, tensão e medo, conflitos de gerações permeiam o relacionamento que chega a uma situação de muita intimidade.

Texto de estreia no Brasil do dramaturgo argentino Santiago Serrano, Dinossauros participou dos mais importantes festivais de teatro do País, como os de Londrina (PR), São José do Rio Preto (SP), Recife (PE), Bahia, Dourados (MS) e Vitória (ES) e fez concorridas temporadas no Rio de Janeiro, Campinas (SP), Brasília e São Paulo.

Criado em 2005, em Brasília, o Grupo Cena alia pesquisa de textos inéditos da dramaturgia latinoamericana ao trabalho do ator. Nestes cinco anos de existência, montou quatro espetáculos de autores inéditos no Brasil: Dinossauros e Fronteiras, ambos de Santiago Serrano, Varsóvia, de Patrícia Suarez, e Os Demônios, de Dostoievsky, com direção conjunta de Hugo Rodas e Antonio Abujamra. No momento, o grupo dedica-se à produção de O Caminho do Vento, do francês Gerard Sibleyras.

Astros
Criador e diretor do festival Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, Guilherme Reis é um dos produtores mais atuantes no circuito das artes do Distrito Federal. Ator e diretor do Grupo Cena, ele trabalhou em dezenas de peças para adultos e crianças com renomados diretores. Fez filmes de Sérgio Rezende, Carlos Del Pino, João Batista de Andrade, Ronaldo Duque e André Luís de Oliveira.

Atriz com invejável currículo, Carmem Moretzsohn iniciou a carreira de atriz em 1980, em Brasília. Jornalista e assessora de imprensa da Objeto Um, especializada em jornalismo cultural, ela trabalhou com renomados diretores como o marido Guilherme Reis, Hugo Rodas e os irmãos Fernando e Adriano Guimarães, e Antonio Abujamra. Além de Dinossauros, que integra o repertório do Grupo Cena, atuou no Cabaré das Donzelas Inocentes, de Sérgio Maggio.

Murilo Grossi iniciou a carreira na mesma época de Carmem, trabalhando com importantes diretores, como Fernando Vilar, Alexandre Ribondi, Naum Alves de Sousa e Hamilton Vaz Pereira, em Brasília, Rio e São Paulo. A partir de 1995 começou atuar no cinema e em novelas da Rede Globo, entre elas O Clone e Um Só Coração e na minissérie Carga Pesada.


FICHA TÉCNICA

Espetáculo: Dinossauros
Texto: Santiago Serrano
Direção: Guilherme Reis
Elenco: Carmem Moretzsohn e Murilo Grossi
Data: Segunda-feira (09/08), às 20h30
Local: Teatro Católica da PUC Goiás (Av. Fued J. Sebba, nº 1.184, próximo ao Estádio Serra Dourada, Jardim Goiás)
Entrada franca

jueves, 29 de julio de 2010

CHIMENEAS SIN HUMO en Venezuela


Teatro Andante presenta una “una noche para reír a lo grande”


El próximo viernes 6 de agosto, la compañía de actores del Teatro Andante irrumpe de nuevo la escena teatral del auditorio Ambrosio Oropeza de la UCLA en Barquisimeto, para hacer reír al público asistente con el estreno de una trilogía de comedias de origen argentino.

REDACCIÓN ELINFORMADOR.COM.VE.- Producidas y dirigidas por Ramone Díaz, tres propuestas de teatro breve de los reconocidos dramaturgos Santiago Serrano y Román Sarmentero, serán el plato fuerte de la noche: Chimeneas sin humo, ¿Distraída yo? y Descontrol hospitalario.

En un encuentro con el sano humor y con el apoyo de la Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado, Teatro Andante trae, luego de su exitosa pieza Bang Bang estás muerto, una Noche de comedia, en donde agrupa en escena a más de 20 actores, destaca nota de prensa de Omar Aguirre, miembro de la compañía Teatro Andante.

Chimeneas sin humo, de Santiago Serrano, nos retrata las experiencias de tres trabajadoras hartas de la rutina, que se desempeñan en el taller de una antigua fábrica con “máquinas que enmudecieron una a una, donde los engranajes cesaron, el país se hizo humo y las chimeneas ahora son sólo monumentos de un tiempo que pasó” y no se cansan de preguntar ¿Cuánto somos capaces de soportar?

Entre las actrices que dan vida a la trama, están Anier Rojas, Isabel Medina y Desiree Godoy.

Posteriormente, del escritor Román Sarmentero, la noche continuará con dos obras de su autoría.

En ¿Distraída Yo?, dos tontos ladrones, luego de robar una joyería, entran huyendo a la casa de una joven tan distraída que no recuerda lo último que dice. En su alocado desespero de no ser sorprendidos, éstos se disfrazan de mujer, haciéndose pasar por viejas amigas de la escuela que vienen a visitarla, generando una gran confusión al momento de aparecer las verdaderas amigas y hasta el novio de esta distraída mujer.

En la interpretación se encuentran, Leonardo García, Eugenio Drake, Bárbara Cerón, Daniel Escalona, Jackeline González, Rhina Tribuiani y Gabriel Parra.

Para finalizar la función, la sala de emergencia de un hospital será el lugar propicio para que estrafalarios personajes, muestren un deplorable nivel de atención médica, que a su vez se complicará cuando aparezcan dos delincuentes, una mujer a punto de dar a luz y la visita de la supervisora sanitaria. Enredos muy seguidos son los que se van a generar de otras inoportunas visitas, hasta el punto de tener que ver a los ladrones recetando medicinas en un verdadero Descontrol hospitalario.

Allí, los personajes serán representados por, Andrea Orozco, Damelis Colmenárez, Carlos Díaz, Gerardo Isaacura, Gabriela Alvarado, Omar Aguirre, Jorge Gavidia, Jesús Veitía, Ruth Mery Delfin, Maigualida González y Marco Loschi.

En esta nueva puesta en escena, la ficha técnica del Teatro Andante, cuenta en el Diseño y realización de escenografía con Eladio Hernández, el Diseño de iluminación y musicalización es de Fidel Ceballos, el Diseño de sonido es de Rafael Fernández, Stage Manager es Gladys Reyes y el Vestuario corresponde a La Troupe.

Para mayor información sobre el evento puede comunicarse a los teléfonos 0412.1670386 – 0416.2515832.

viernes, 16 de julio de 2010

ELDORADO- Apresenta-se em JAÚ - SAO PAULO


A 19º edição do Julho Cultural traz hoje a Jaú, o espetáculo Eldorado encenado pelo ator Eduardo Okamoto. Por sua atuação nesta peça, o ator foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator 2009, além de já ter recebido diversas premiações. A aprsentação será hoje, às 20h30, no teatro Elza Munerato, com entrada gratuita.
No espetáculo, um cego acompanhado por uma “menina”, busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. Toda história se resume nisto: era uma vez um homem que procura. Nos tempos e lugares da viagem, haja espaço para humanidades – travessia.
Eldorado nasce da observação da realidade, da interação com construtores e tocadores de rabeca, instrumento de arco e cordas, parecido com o violino, presente em muitas manifestações da cultura popular do Brasil. Desta maneira, procurou-se exercitar o olhar, encontrando no cotidiano os pequenos acontecimentos poéticos. Entre as margens da estória e da história, Eldorado procura recriar realidades. Assim, possamos recriar a nós mesmos.
Em pesquisas de campo nas cidades de Iguape e Cananeia (litoral sul de São Paulo), o ator Eduardo Okamoto visitou rabequeiros, recolhendo causos, músicas, ações, gestos, vozes. Assim, codificou um repertório autoral que serviu de base à criação dramatúrgica. O premiado dramaturgo argentino Santiago Serrano partiu destes materiais primeiros para criar um texto inédito. No fim da jornada, o diretor Marcelo Lazzaratto (da Companhia Elevador de Teatro Panorâmico) orquestrou estas criações de ator e autor.
Eldorado fala destes territórios de viagem. Ali, onde o viajante é atravessado enquanto atravessa geografias. Ali, onde todo homem é único e igual a todos os demais.

http://www.comerciodojahu.com.br/novo/26423/EDUARDO+OKAMOTO+TRAZ+%E2%80%9CELDORADO%E2%80%9D+AO+TEATRO.html

sábado, 10 de julio de 2010

Se estrenará CHIMENEAS SIN HUMO en Venezuela



Teatro Andante, presenta una "Noche de Comedia"

El próximo viernes 6 de agosto, la troupe de actores del Teatro Andante irrumpe de nuevo la escena teatral del auditorio Ambrosio Oropeza de la UCLA, para hacer reír al público asistente con el estreno de una trilogía de comedias de origen argentino a las 7:00 y 9:00 p.m.
Dirigidas por Ramone Díaz, tres propuestas de teatro breve de los dramaturgos Santiago Serrano y Román Sarmentero, serán el plato fuerte de la noche: Chimeneas sin humo, Distraída yo y Descontrol hospitalario.
En un encuentro con el sano humor y con el apoyo de la Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado, Teatro Andante, luego de su exitosa pieza Bang Bang estás muerto, trae una noche de comedia, en donde agrupa en escena a más de 20 actores.

Chimeneas sin humo, de Santiago Serrano, nos retrata las experiencias de tres trabajadoras hartas de la rutina, que se desempeñan en el taller de una antigua fábrica con “máquinas que enmudecieron una a una, donde los engranajes cesaron, el país se hizo humo y las chimeneas ahora son sólo monumentos de un tiempo que pasó” y no se cansan de preguntar ¿Cuánto somos capaces de soportar?
Posteriormente, del escritor Román Sarmentero, la noche continuará con dos obras de su autoría. En ¿Distraída Yo?, dos tontos ladrones, luego de robar una joyería, entran huyendo a la casa de una joven tan distraída que no recuerda lo último que dice. En su alocado desespero de no ser sorprendidos, éstos se disfrazan de mujer, haciéndose pasar por viejas amigas de la escuela que vienen a visitarla, generando una gran confusión al momento de aparecer las verdaderas amigas y hasta el novio de esta distraída mujer.


Para finalizar la función, la sala de emergencia de un hospital será el lugar propicio para que estrafalarios personajes, muestren un deplorable nivel de atención médica, que a su vez se complicará cuando aparezcan dos delincuentes, una mujer a punto de dar a luz y la visita de la supervisora sanitaria. Enredos muy seguidos son los que se van a generar de otras inoportunas visitas, hasta el punto de tener que ver a los ladrones recetando medicinas en un verdadero Descontrol hospitalario.

martes, 6 de julio de 2010

ELDORADO no Festival de Teatro Popular – Porto Alegre


Dia 10 de Julho (sábado)
- às 20 horas no Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua República, 575 – Cidade Baixa), o espetáculo “Eldorado” com Eduardo Okamoto.
Dia 11 de Julho (domingo)
- às 20 horas no Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua República, 575 – Cidade Baixa), o espetáculo “Eldorado” com Eduardo Okamoto.

LA REVUELTA - Nicaragua




La sala de teatro Justo Rufino Garay pondrá en escena La Revuelta, texto del dramaturgo argentino Santiago Serrano, que expone el drama de una familia rural atemporal, bajo el dominio omnipotente de una madre dominante que más que quererla le temen.
Desde su invalidez física esta mujer es todopoderosa y tiene como única obsesión la llegada de uno de sus hijos, al que tiene idealizado y mistificado y vuelca su sadismo en los que la rodean, capaz de cometer incluso asesinatos en nombre de la “libertad”.
A través de esta historia de pasión, venganza, falta de principios y abandono de ideales, “la lucha por el poder es descarnada, no da posibilidades de dialogar, ni de acordar ciertos puntos como para poder construir algo”, señala el autor.
Para Lucero Millán, directora del Justo Rufino Garay, en los últimos años se ha venido comprobando tristemente que Nicaragua vuelve a ser un país profundamente polarizado, donde las ideas de unos prevalecen sobre las ideas de otros. En este sentido Millán menciona la definición del “fanatismo” como una pasión exacerbada, desmedida y tenaz, particularmente hacia una causa religiosa, política o de cualquier otra naturaleza, llegando incluso a superar actos de racionalidad como matar por defender sus propias creencias.

Comprometidos con la sociedad

“Nosotros como grupo de teatro comprometidos con el contexto que nos ha tocado vivir y con el único afán de contribuir a que esta sociedad sea cada vez más abierta, democrática y tolerante para todos, sin distingos de clase social, religión, posición política, ideológica, étnica, cultural, creemos necesario contribuir a una cultura de tolerancia, que acepte sin ningún tipo de temor el juego e intercambio de las ideas, la diversidad de opinión, respeto y consideración hacia la diferencia”, señala.
Millán destaca que la puesta en escena de La Revuelta sea la humilde contribución de un grupo de artistas al debate de un tema central en la Nicaragua actual.
“Amamos Nicaragua, amamos su pueblo, somos parte de él, creemos necesario no gastar tantas energías en la desunión, pensamos que ya es tiempo que pensemos en un proyecto conjunto de nación que nos beneficie a todos por igual, que juntos contribuyamos a crear una cultura de tolerancia”, recalca.

Realizarán 40

No es la primera vez que el Justo Rufino aborda en sus puestas en escena temas sensibles para la sociedad, como Sopa de Muñecas, una fuerte crítica a la situación de maltrato que viven las mujeres o el caso de El Cruce que habla de la migración.
En esta ocasión La Revuelta cuenta con el auspicio de AECID y Fondo Común.
“La idea de esta obra es realizar 40 funciones, 20 en circuito cerrado para diferentes sectores vulnerables de la sociedad en particular las mujeres y hombres. Asimismo se organizarán debates justo después de la obra, en ocasiones con presencia de autoridades para que escuche a la población”, explica Millán.

La Revuelta. Obra de Santiago Serrano está bajo la Dirección de Lucero Millán. Reparto: Malva (Alicia Irene Pilarte), Martín y Toña (René Medina Chávez), José (Jhosay Peralta), Judith (Tania Santamaría).

http://www-ni.laprensa.com.ni/2010/07/06/revista/30501